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domingo, 26 de setembro de 2010

As drogas e a família

O uso de drogas é um problema de grandes dimensões em todo o mundo. Atinge jovens e adultos, destruindo vidas e desestabilizando famílias e a sociedade.
O termo droga é popularmente limitado às drogas ilícitas, mas não podemos esquecer de que o álcool e o cigarro, apesar de vendidos livremente, na maior parte dos países, causam vício de difícil reversão.
O assunto hoje ganha visibilidade devido ao grande contingente de usuários e ao grave problema da violência que acompanha o comércio ilícito.
É muito comum o discurso de que o usuário de qualquer droga é uma vítima, cuja vontade foi totalmente destruída pela necessidade da substância química.
Ora, esta afirmação compara o ser humano a um animal desprovido de raciocínio, de vontade e de autocontrole.
Não esqueçamos de que, antes de ser viciado, o indivíduo decidiu experimentar. Depois decidiu repetir a experiência por ter gostado das sensações, do prazer e, nesse momento, fez uma opção consciente.
Habitualmente o vício principia em idade jovem. Quase sempre, na qualidade de pais, costumamos negar a realidade, talvez por comodismo, talvez por medo das atitudes a tomar para coibir a continuidade do problema.
Com o tempo, quando grandes somas de dinheiro são consumidas, ou quando ocorre violência doméstica, é comum venhamos a nos sentir vítimas.
Muitos nos perguntamos a razão da queda de nossos filhos e não descobrimos a causa no seio familiar.
No entanto, uma análise profunda do comportamento dos familiares pode revelar causas raramente admitidas.
Como nos comportamos perante as leis? Será que respeitamos, sem exceções, as leis do nosso país ou será que desrespeitamos algumas delas com frequência, convivendo naturalmente com ilicitudes?
Como nos comportamos perante a violência? Somos coniventes com pequenos atos de violência física ou verbal que ocorrem no ambiente familiar, ou de convívio social?
Como nos comportamos diante de vícios morais como a inveja, a ambição, a corrupção? Tentamos livrar-nos de tais hábitos ou entregamo-nos a eles sem lutar por melhora?
Como nos comportamos diante de vícios aceitáveis socialmente como o tabagismo e o uso de álcool?
Filhos que nos veem fazer uso de álcool ou de cigarro, com a maior naturalidade, não vislumbram problema algum em usá-los, mesmo antes da maioridade, encarando a dependência química como algo normal.
Como nos comportamos perante o crescente movimento de legalização do uso de drogas? Concordamos, somos indiferentes ou engajamo-nos em movimentos pacíficos e organizados na direção contrária?
Ter filhos é uma verdadeira missão. Poucos de nós, ao decidir abraçar a tarefa, deixamos de lado hábitos errados ou abandonamos o egoísmo de nossos prazeres.
Qualquer atitude nossa é percebida pela criança desde os primeiros anos de vida, quando a personalidade do indivíduo se forma e quando as más tendências podem ser corrigidas. Os filhos tendem a agir como seus pais.
Se esperamos que nossos filhos sejam indivíduos corretos, dignos e respeitadores das leis, sem vícios morais ou físicos, devemos primar por ser exatamente assim.
Reflitamos, portanto: se abraçamos ou desejamos abraçar a tarefa de educar um filho, será que não há nada a mudar, para melhor, em nossas atitudes?
Redação do Momento Espírita.
Em 09.02.2010.

domingo, 15 de agosto de 2010

IMPORTANTE MISSÃO

"Enquanto na carne fui usuário de diversos tipos de drogas. Quando me encontrei no Plano Espiritual percebi a terrível realidade em que me havia jogado. Depois de muito sofrimento pude receber a ajuda de amáveis benfeitores que me levaram a um lindo lugar onde por longo tempo estive em tratamento. Ainda me encontro em recuperação porém hoje posso auxiliar, de acordo com as minhas possibilidades, aos jovens que como eu também se perderam nos caminhos das drogas.

Ajudem a esses jovens meus amigos, mostrem os caminhos do amor." Autor desconhecido - Mensagem recebida na Sociedade Espírita A Caminho da Luz. - Beberibe - CE

Damos início as ponstagens neste blog, apresentando essa mensagem. Nosso grupo desde o ano passado, tentava iniciar uma campanha que viesse alertar os jovens de nossa cidade, dos perigos de quem segue os caminhos das drogas. A espirutalidade responsavel pelos trabalhos no nosso grupo Espírita, nos inspiravam a todo momento da importância do trabalho a ser realizado. Mas as escusas rotineiras (trabalho, família, escola, faculdade, medo...) acabavam por entorpecer nossas ações, a campanha não ganhava corpo. A crescente procura por ajuda no nosso Centro Espírita, de mães de jovens e crianças presas nas garras dos vícios, sejam eles tabaco, alcool ou entorpecentes. E a mensagem transcrita acima nos despertaram para necessidade urgente de uma ação que levasse a verdade do evangelho a esses jovens prisioneiros (conheçam a verdade e ela vos libertará). Tomamos então a missão de Arautos do Bem, para divulgar que o amor universal encobre de luz toda a escuridão. Jesus de Nazaré, junto dos nossos amigos espirituais são nossos companheiros nesta marcha!
Não possuimos a pretenção de que apenas nosso trabalho irá resolver os problemas de nossa cidade. Somos apenas uma gota que cai na nossa terra, mas que somada a todas as outra gotas que vem nesta direção, nos tornaremos chuva fecunda que curará a mente e o corpo de todos os irmãos que hora se encontram na escuridão. Então crescerá um jardim de luz e felicidade, transformando nosso mundo na terra do amor, morada de nosso amado Pai e de todos os seus filhos!


Ajude-nos na construção deste ideal, entre em contato conosco. Nos envie opniões, matérias sobre o tema, vivências e divulgue o nosso blog para seus amigos.


Sociedade Espírita A Caminho da Luz - Secal - Beberibe - CE